..:A PARÓQUIA:..

Telefone: (14) 3223-3877
E-mail:
pps@travelnet.com.br
Endereço:
Trav. São Sebastião, 1-53 -
Vila Cardia Cidade: Bauru
Pároco: Pe. Jesus Bringas Trueba, SM

..:LOCALIZAÇÃO:..
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..:PÁROCO:..
Pe. Gustavo Natividade

Nasci em 19/11/1976 em Andradina-SP, porém morei sempre em Castilho-SP, cidade vizinha de um pouco menos de 15 mil habitantes, a um pouco mais de 600 km a noroeste de SP. Sempre quiz ser padre, porém era uma ideia que se cogitava em minha cabeça, mas não era clara. Meu pai se chama Nilson Natividade e minha mãe se chama Maria de Lourdes Granja Natividade. Tenho dois irmãos mais velhos: Denilson e Marcelo, ambos casados. O primeiro tem uma filha e o segundo duas filhas. Em 1994 encerrei os estudos do colegial. Em 1995 fui a SP fazer cursinho, uma vez que não era claro o que eu iria estudar. Ingressei na faculdade Mackenzie com o curso de Química; o curso era ótimo e a faculdade também, mas não me sentia bem ali, algo me dizia que deveria ir para Bauru e continuar o curso, mas estudando Farmácia, pois poderia ajudar muito gente com esse curso. E ai deu certo que houve alguns problemas na "república" em que morava, bem pertinho da igreja Santa Cecília. Inclusive, no período em que estive em São Paulo, eu não perdia missa seja nessa igreja, ou na igreja em que minha tia morava em São Miguel Paulista, Capela de Nossa Senhora Aparecida. Em 1997 pedi trasnferência para o curso de Farmácia na Universidade do Sagrado Coração de Jesus, em Bauru. Nesta mesma universidade comecei a participar das missas, uma vez que não havia uma igreja matriz. Padre Enedir era o pároco e o grande incentivador de minha vocação. As suas missas sempre lotadas de jovens e isso me chamava atenção. Foi nessa paróquia que minha vocação foi amadurecendo e entendendo que Deus me chamava, que não podia me esconder, por mais que me escondesse ele me encontraria. Fui fazer encontros vocacionais com Pe. Ivo Martinelli e achei aquilo incrível, e tive a certeza que Deus me chamava a trabalhar em sua messe. Terminei o curso de Farmácia com grandes propostas para emprego mas tive a certeza que eu tinha escolhido Deus em primeiro lugar e é a Ele que seguiria. Fui ordenado diácono no dia 19 de julho de 2007 e no dia 7 de setembro deste mesmo ano fui designado para administrar a paróquia Nossa Senhora da Assunção em Bauru. Fui ordenado presbítero no dia 22 de dezembro de 2007. E no dia 12 de janeiro de 2008 o bispo me deu posse na Paróquia São Judas Tadeu em Pederneiras. Fiquei nesta paróquia até o dia 29 de dezembro de 2010, quando fui transferido como reitor do seminário Propedêutico Maria Mãe da Igreja em Bauru. E logo em seguida Dom Caetano me procurou para que aceitasse a responsabilidade de administrar a Paróquia São Sebastião de Bauru. Eu disse que seria puxado para mim, administrar a paróquia e estar a frente do seminário; o bispo disse que eu sou jovem e que "daria conta do recado". Tomei posse no dia 30 de janeiro de 2011 da Paróquia São Sebatião. E aqui estou, para servir e "para que todos sejam um."

Pe. Gustavo Natividade           


..:A HISTÓRIA DO PADROEIRO:..

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser cristão. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.

Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.

O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte.

À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.

Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.

Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.

As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro

..:ORAÇÃO A SÃO SEBASTIÃO:..

Glorioso mártir São Sebastião, soldado de Cristo e exemplo de cristão. Hoje nós viemos pedir vossa intercessão junto ao trono do Senhor Jesus, nosso Salvador, por quem destes a vida.
Vós que vivestes a fé e perseverastes até o fim, pedi a Jesus por nós para que nós sejamos testemunhas do amor de Deus.
Vós que esperastes com firmeza nas palavras de Jesus, pedi a Ele por nós para que aumente nossa esperança na ressurreição.
Vós que vivestes a caridade para com os irmãos, pedi a Jesus para que aumente nosso amor para com todos.
Enfim, glorioso mártir São Sebastião, protegei-nos contra a peste, a fome e a guerra; defendei nossas plantações e nossos rebanhos que são dons de Deus para o nosso bem, para o bem de todos.
E defendei-nos do pecado que é o maior mal, causador de todos os outros.